RIP: Grandes personalidades da música que se foram, finale

Jimmy Sabater Sr., cantor e percussionista norte americano de música latina. Nasceu no dia 11 de abril de 1936 em Nova York, NY, EUA. Filho de pais portorriquenhos, Jimmy começou a exercer paixão por tocar percussão. Como instrumento, ele escolheu os tímbales (uma espécie de tímpanos), muito comum em orquestras afro-cubanas, por influência do legendário Tito Puente, chamado El Rey Del Timbal. Conheceu o conguero (tocador de conga) Gilberto Calderón, mais conhecido como Joe Cuba (1931-2009) e ambos tornaram-se grandes amigos e parceiros. Começaram a trabalhar na banda Joe Cuba Sextet, composta por músicos egressos da Joe Panama Sextet, que veio a se tornar famosa com a entrada do portorriquenho Jose “Cheo” Feliciano nos vocais, junto com Jimmy (não confundir com outro astro da música latina, Jose Feliciano). Sabater ficou na banda até 1977. Faleceu no dia 8 de fevereiro de 2012 aos 75 anos, quase três anos depois do velho amigo Joe Cuba.

Luis Alberto Spinetta, cantor, guitarrista e compositor argentino. nasceu em 23 de janeiro de 1950 na cidade de Buenos Aires, Argentina. Formou a primeira banda, Almendra, aos 17 anos, em pleno regime militar em seu país. A banda foi um dos principais expoentes do Rock/Pop argentino, gravando três álbuns que chamaram a atenção dos nossos hermanos. Spinetta fez um caldeirão, onde misturou doses de música folclórica, tango, Rock, Folk e as ideias de escritores tidos como malditos como o poeta Rimbaud, os psicólogos Freud e Jung, Giles Deleuze e o filósofo Nietzsche. Depois formou as bandas Invisible, Spinetta Jade e Spinetta y Los Socios Del Desierto. Depois, partiu para a carreira solo. Diagnosticado com câncer no pulmão, e depois de alguns dias após completar seu 62º aniversário, Spinetta veio a falecer no dia 8 de fevereiro de 2012.

Wando, cantor e compositor brasileiro, nasceu no dia 2 de outubro de 1945 em Cajuri, MG, Brasil, cujo nome de batismo era Wanderley Alves dos Reis. Quando sua família saiu de Cajuri, Wando (apelido dado pela avó) estudou violão erudito em Juiz de Fora. Ao se mudar para o rio de Janeiro, começou a participar de conjuntos de baile aos 20 anos e foi um dos artistas que foram arrebatados com o boom do Rock jovem-guardista nos anos 60. Sue estreia como cantor foi em 1969 e em 1973 assinou contrato com a Discos Copacabana. Compôs para grandes nomes da MPB como Jair Rodrigues (O Importante é ser fevereiro), Ângela Maria (Vá, mas volte) e Roberto Carlos (A menina e o poeta), mas foi quando se tornou intérprete de suas próprias composições que ele veio a estourar de norte a sul no Brasil. Músicas como Moça, Chora Coração e Fogo e Paixão foram os carros-chefes dessa sua guinada para o som brega. Já entrou no imaginário do povo brasileiro sua imagem de cantor romântico e erótico, cujas fãs jogavam calcinhas no palco. Diz-se que ele teria uma coleção com umas 17 mil peças. Faleceu no dia 8 de fevereiro de 2012, após complicações cardíacas decorridas de uma angioplastia aos 66 anos.

Fonte: Wikipedia

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Arquivado em Biografias, Música, Música latina, MPB, RIP

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