RIP: Whitney Houston, parte 3

Em 1987, veio o álbum Whitney, continuando a escalada de sucesso da cantora. Alguns críticos não foram condescendentes com o novo álbum acusando-o de ser uma cópia descarada do anterior. Mas o sucesso comercial fala por si mesmo. Todos os quatro singles que saíram do álbum, I Wanna Dance With Somebody (Who Loves Me), Didn’t We Almost Have It All, So Emotional e Where Do Broken Hearts Go chegaram às paradas do mundo inteiro. Nos EUA, adicionados aos anteriores, somaram 7 singles consecutivos no topo dos charts, superando o recorde dos Beatles e dos Bee Gees de seis sucessos cada.

Nos dois anos seguintes, vieram turnês e mais prêmios – ela ganhou seu segundo Grammy consecutivo como performer e mais dois American Music Awards (1988) para sua coleção. Além disso, ganhou disco de platina e o Soul Train Musica Awards de 1989. Naquela altura era considerada um dos três maiores entertainers afro-americanos dos EUA, atrás de Bill Cosby e Eddie Murphy.

Se engana quem pensava que Whitney não tinha consciência do preconceito racial e da luta pelas causas sociais. Ela foi uma das mais árduas ativistas dos direitos humanos nos EUA e uma das ferozes opositoras do então apart-heid que grassava na África do Sul, fazendo shows pela liberdade do líder Nelson Mandela. Também era uma grande benfeitora das crianças com AIDS e câncer, bancando inúmeras campanhas e entidades de apoio através da The Whitney Houston Foundation For Children. Cantou a canção pacifista One Moment in Time (1988) em prol de um mundo melhor.

Ela entrou na década de 90 com a corda toda e com os EUA em plena Guerra do Golfo, cantou o hino nacional do país (Star Spangled Banner) no famoso evento do futebol americano, o Super Bowl no estádio de Tampa. Essa postura patriótica fez com que granjeasse respeito de toda a sociedade norte americana e inspirou outros artistas a fazerem o mesmo. Sua interpretação do hino valeu também um sucesso nas paradas do país. Até os críticos a elogiaram. Também cantou no especial televisivo Welcome Heroes pela HBO.

Conclui no próximo post

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Arquivado em Biografias, Música, RIP, Soul e R & B

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