RIP: Grandes nomes da música que se foram, parte 2

Lorin Levee, clarinetista norte americano, nascido no dia 8 de julho de 1950 em Chicago, Illinois, EUA. Começou a estudar clarineta na Universidade De Paul e tocou na  Grant Park Symphony, na Orquestra de Ópera Lírica de Chicago, Orquestra de Cânara de Chicago e na  American Ballet Theater Orchestra, nas quais também atuou como solista. A partir de 1976, começou a trabalhar na Filarmônica de Los Angeles, tocando clarineta baixo. Lá, Levee foi durante anos solista em muitas peças eruditas clássicas e contemporâneas como Prelúdio, Fuga e Riffs para Banda de Jazz e Clarineta de Leonard Bernstein, sob a regência de David Alan Miller. Faleceu no dia 22 de fevereiro de 2012, aos 61 anos.

 

Michael “Mike” Melvoin, pianista, compositor e arranjador norte americano, nasceu no dia 10 de maio de 1937 em Oshkosh, Wisconsin, EUA. Começou a tocar piano com apenas três anos de idade e estudou inglês no Colégio Dartmouth, vindo a se formar em 1959. Porém, preferiu seguir a carreira musical e acompanhou músicos de diferentes vertentes musicais como Frank Rosolino, Leroy Vinnegar, Gerald Wilson, Paul Horn, Terry Gibbs, Joe Williams, Peggy Lee e  Tom Waits. Como arranjador, trabalhou com gente do calibre de Frank Sinatra, John Lennon, Beach Boys, Jackson 5 e Natalie Cole. Foi ainda presidente da NARAS (National Academy of Recording Arts and Sciences), entidade responsável pelo Grammy (o Oscar da Música). Faleceu no dia 22 de fevereiro de 2012 aos 74 anos.

Dmitri Nabokov, cantor operístico (baixo) e tradutor norte americano de origem alemã, nasceu no dia 10 de maio de 1934 em Berlim, Alemanha e era filho do ilustre escritor Vladimir Nabokov (Lolita) e sua esposa Vera. A família de Dmitri teve que deixar a Alemanha após a ascenção do nazismo no país por que sua mãe era judia. Ficaram um tempo em Paris, França e depois se estabeleceram em Nova York. Em 1951, ele entrou para a Universidade de Harvard  onde começou a estudar História e Literatura. Ele se formou em 1955 e começou a estudar canto na Longy School of Music. No início, trabalhava como curador e responsável pelo espólio literário do pai. Sua estreia como cantor de ópera aconteceu em 1961, quando interpretou Colline en La Boheme, montagem feita para uma competição operística. Nessa ocasião, também estreou um colega que se tornaria um dos maiorese cantores eruditos de todos os tempos, Luciano Pavarotti. Dmitri escolheu ser solteiro por toda a vida e veio a falecer no dia 22 de fevereiro aos 77 anos.

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