RIP: Grandes nomes da música que se foram, parte 4

István Anhalt, compositor húngaro-canadense, nasceu no dia 12 de abril de 1919 em Budapeste, Hungria. Estudou com o grande compositor húngaro Zoltán Kodály, antes de ser cooptado pelo serviço militar de seu país para trabalhos forçados durante a Segunda Guerra Mundial. Terminado o conflito, completou seus estudos sob a supervisão de  Nadia Boulanger e Soulima Stravinsky. Em 1949, emigrou para o Canadá, onde deu aula de música na   McGill University e na Queen’s University. Dentre seus discílpulos estão  John Fodi, Clifford Ford, John Hawkins, Richard Hunt and Donald Patriquin. Pela sua contribuição em formar músicos canadenses, ele foi condecorado com a Ordem do Canadá e recebeu a comenda da Sociedade Real do Canadá. Faleceu no dia 24 de fevereiro de 2012 aos 92 anos.

Pery Ribeiro, cantor e compositor brasileiro, nascido Peri Oliveira Martins no dia 27 de outubro de 1937 no Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Filho do famoso casal de cantores/compositores Herivelto Martins e Dalva de Oliveira, Peri cresceu num ambiente rodeado de música e optou por seguir essa carreira. Já com três aninhos fez seu début artístico na dublagem do clássico de Walt Disney, Branca de Neve e os Sete Anões, fazendo a voz do Anão Dengoso. Aos cinco, participou do filme inacabado de Orson Welles, It’s All True. Trabalhava como cameraman da TV Tupi-Rio, quando foi convidado por Paulo Gracindo a cantar em seu programa na Rádio Nacional. Por sugestão de César de Alencar, o cantor não usou os sobrenomes dos pais e batizou-se Pery Ribeiro. Em 1960, gravou seu primeiro LP e lançou-se como compositor com Não Devo Insistir, cantado pela mãe Dalva com Dora Lopes. Entrou de vez na Bossa Nova e foi o primeiro intéprete do clássico de Tom Jobim e Vinícius de Morais, Garota de Ipanema. Continuou nas décadas seguintes uma carreira cheia de sucesso, sem nunca ser eclipsado por sua famosa filiação. Faleceu no dia 24 de fevereiro aos 74 anos.

Raúl Abzueta, cantor, guitarrista, arranjador, compositor e promotor cultural venezuelano, nasceu em 1962 na capital venezuelana Caracas. Embora tenha atuado como triatleta e  psicólogo social, foi na música que Raúl encontrou seu lugar ao sol. Sua primeira incursão como músico foi em 1996, no disco Arisca, junto com o bandolinista Cristóbal Soto. Desde então, atuou como músico e foi colunista do jornal venezuelano Globovision. Em 2003, trabalhou com o pianista Víctor Morales num projeto que fundia Jazz com música venezuelana. Faleceu no dia 25 de fevereiro de 2012, aos 49 anos.

Conclui no próximo post

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