Monkees Review: O irreverente Micky Dolenz, parte 1

Ele aniversaria num dia importante para as mulheres. Nasceu numa família de atores. Dentre os Monkees, ele era o mais aloprado e dono das melhores tiradas. Sua voz doce era uma das características marcantes da banda e ele cantou os principais hits monkeeanos. É um ótimo comediante e rei das mil vozes. Com vocês, Micky Dolenz.

George Michael “Mickey” Dolenz nasceu no dia 8 de março de 1945 em Los Angeles, California, EUA. Seus pais eram os atores George Dolenz (1908-1963) e Janelle Johnson (1923-1995). O casal também teve mais três meninas: Gemma “Coco” (grande parceira de infância de Mickey), Gina e Debbie Dolenz. Com pais que atuavam, era inevitável que o pequeno Mickey também seguisse tal carreira.

Em 1956, quando o pai atuava na série televisiva O Conde de Monte Cristo, trabalho que o tornou famoso, Mickey fez sua estreia na TV em comerciais dos cereais Kellog’s. Para não se aproveitar da fama do pai, Mickey usou o pseudônimo Michael Braddock e tingiu o cabelo de loiro. Logo depois, entrou para o seriado The Circus Boy (O Garoto do Circo), muito conhecido no Brasil. Lá, ele vivia Corky, um pequeno órfão adotado por um circo itinerante e que dava água aos elefantes. Seu parceiro de cena era o elefantinho Bimbo. A série durou três temporadas e contou com a irmã de Mickey, “Coco”, em alguns episódios. Depois disso, Mickey fez aparições esporádicas em seriados como Zane Grey Theatre e Playhouse 90.

Estudou na escola Ulysses T. Grant, onde se formou em 1962. No ano seguinte, formou sua primeira banda, The Spartans, onde tocava guitarra. Foi nessa banda, que seu apelido “Mickey” passou para “Micky”. Nesse ano, infelizmente Mickey perdeu o pai, vítima de um ataque cardíaco aos 55 anos. Depois de estudar no colégio Valley Junior, transferiu-se para Los Angeles Trade Tech, onde pretendia se formar arquiteto.

Em 1964, usando o pseudônimo Mike Swain, formou o quarteto The Missing Links junto com Danny Delacy  (mais tarde, membro do grupo australiano the Loved Ones), Jim Stanley e Larry Duncan. Tiveram um hit, Don’t Do It, que ficou em 40º nas paradas. Certa feita, a banda se apresentou como Micky & The One Nighters. Na plateia desse show estava Mike Nesmith. Micky também fazia uns freelances musicais e tocou com o cantor Eddie Hodges no clube Sugar Shack em Denver, Colorado. Retomando sua carreira televisiva, fez duas aparições no seriado Mr. Novak.

No ano seguinte, participou de muitos testes e audições em programas de TV, filmes de cinema, bandas e peças de teatro a fim de encontrar uma colocação. Um desses testes era para uma série que estava sendo desenvolvida pelos produtores da Screen Gems, Bob Rafelson e Bert Schneider, que contava o cotidiano de uma banda de Rock tentando alcançar o estrelato. Graças à sua irreverência e boa capacidade de representação, ele acabou abocanhando uma das vagas.

Micky como Corky, O Garoto do Circo

Continua no próximo post.

1 comentário

Arquivado em Aniversariantes, Biografias, Humor, Música, Monkees Review, Rock and Roll, The Beatles, The Monkees

Uma resposta para “Monkees Review: O irreverente Micky Dolenz, parte 1

  1. Que foto maravilhosa do Micky> Ele está lindinho. DEUS te abençoe e te conserve, Micky Dolenz !

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