Rock Setentista: Chicago, finale

Em 2008, foi lançado após 15 anos o álbum [reintitulado] Chicago XXXII: The Stone of Sysiphus, que só era conhecido através de um disco lançado em 1998 no Japão e, desde então disponível em vários boolegs da banda e algumas músicas na coletânea em cinco discos The Box. No ano seguinte, o Chicago fez outra memorável turnê conjunta com o Earth, Wind & Fire. Nesse mesmo ano, o tecladista Bill Champlin, da fase romãntica dos anos 80, saiu e foi subsituído por Lou Pardini, chamando também o percussionista Drew Hester. Em 2010, fizeram uma turnê com os Doobie Brothers e uma aprição especial no reality show American Idol. Em 2011, fizeram um shwo com a Orquestra Sifônica di Colorado e lançaram dois álbuns, o natalino Chicago XXXIII: O Christmas Tree e o ao vivo Chicago XXXIV: Live in 1975.

Peter Cetera foi muito bem sucedido em sua carreira solo e seu álbum após a saída do Chicago, Solitude/Solitaire foi muito bem nas paradas. O parceiro de Chicago, o produtor David Foster foi fundamental para o êxito a partir de duas músicas que são clássicos da nova fase do ex-vocalista do Chicago, as baladas Glory of Love (que foi tema do filme Karatê Kid II: A Hora da Verdade Continua) e The Next Time I Fall (dueto com Amy Grant). Fizeram sucesso inclusive no Brasil. Num futuro post, eu falo mais sobre a biografia de Peter fora do Chicago.

O Chicago chegou ao segundo ano da década de 2010 com a façanha de ter a maioria de seus membros fundadores o tecladista/vocalista Robert Lamm e o impecável naipe de metais formado por Lee Loughnane (trompete), James Pankow (trombone) e Walter Parazaider (saxofone) na atividade e sem interrupções de suas atividades, desde sua gênese. Todos eles também lançaram trabalhos individuais, mas o coração que bate em seus peitos é Chicago para sempre.Os outros membros atuais têm status de veteranos na banda: o baixista e vocalista Jason Scheff (27 anos de banda), o batera Tris Imboden (22 anos de banda) e o guitarrista Keith Howland (17 anos de banda). Os “caçulas” são Lou Pardini (tecladista) e Walfredo Reyes (percussão). Pode-se dizer que o Chicago é uma das bandas mais longevas da história e se depender de seus membros, ainda vem muita coisa por aí. Cabe a nós, fãs ou não aguardar as novidades.

O Chicago em 2012

Fontes:

Wikipedia

http://www.chicagotheband.com/

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Arquivado em Biografias, Jazz, Música, Rock and Roll, Rock Setentista

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