Grandes Nomes do Rock: The Hollies, parte 6

No início de 1969, a nova formação dos Hollies (com o guitarrista/vocalista Terry Sylvester) lançou o single Sorry Suzanne que teve êxito nas pardas britânica. Em seguida, foi gravado o álbum Hollies Sing Dylan, com músicas do famoso cantor e compositor dos EUA. Em setembro, foi lnaçado He Ain’t Heavy He’s My Brothers, que se tornou um clássico do Rock, seguido de outro álbum, Hollies Sing Hollies, com músicas próprias da banda. Em 1970, saíram os singles I Can’t Tell the Bottom From the Top, Too Young To Be Married e Gasoline Alley Bred, além do álbum Confessions of the Mind. Em 1971, foram lançados o single Hey Willy e o LP Distant Light. Nesa altura, o cantor e membro fundador Allan Clarke estava descontente com os rumos das coisas na banda.

Os Hollies começaram o ano de 1972 de gravadora nova, Polydor Records, e sem vocalista pois Allan Clarke resolveu sair da banda. Mantiveram contrato com a Epic (subsisdiária da EMI), gravadora onde saíram seus discos nos EUA por mais três álbuns. Para o lugar de Clarke, a banda recrutou o cantor sueco Mikael Rikfors (nascido no dia 4 de dezembro de 1948 em Estocolmo, Suécia), que era baixista e vocalista da banda Bamboo, que abriu shows dos Hollies na Suécia. Nos primeiros momentos de Rikfors como frontman dos Hollies, ele quis imitar o timbre de voz de seu predecessor e o resultado foi péssimo. Os colegas o aconselharam a usar seu próprio jeito de cantar e gravaram o single The Baby (Taylor)/Oh Granny (Taylor), que chegou ao 26º lugar nas paradas britânicas.

No mesmo período, a Parlophone, gravadora que os Hollies deixaram, deu o pulo do gato e lançou uma música do mal-sucedido Distant Light como single. Long Cool Woman in a Back Dress (Clarke, Cook, Greenaway)/Cable Car (Sylvester) chegou ao 32º lugar nas paradas britânicas, mas fez bonito no Canadá e na Austrália (primeiríssimo lugar), nos EUA (segundo posto do Hot 100 da Billboard, primeiro lugar na Cashbox) e na Nova Zelândia (3º lugar). 

Em novembro, saiu Romany, o primeiro álbum dos Hollies com Rikfors como vocalista. Com produção de Ron Richards, os destaques do disco são as músicas Won’t We Feel Good (Leslie/Day), Touch (Rikfors),  Jesus Was a Crossmaker (Judee Sill) e a faixa que nomeia o disco (Jennings). Na cola do disco, saiu o single Magic Woman Touch (Jennings, Watt-Roy)/Indian Girl (Sylvester), que foi muito mal nos charts britânicos e em paradas dos principais países como EUA e Canadá. Só figurou no Top 10 de países como Nova Zelândia e Holanda.

Em 1973, os fãs dos Hollies ainda não aceitavam Mikael Rikfors como frontman e vocalista e o álbum Out of the Road foi lançado apenas na Alemanha, ficando obscuro na discografia da banda. Destacam-se a faixa título (Tony Hicks, Kenny Lynch), They Don’t Realise I’m Down (Rikfors), I Was Born a Man (Hicks, Lynch), Don’t Leave the Child Alone (Rikfors), entre outras. Nesse meio tempo, Allan Clarke começava a voltar às boas com os colegas e fazia menção de voltar à banda.

O relançamento de Distant Lights nos EUA, diferente do que aconteceu na Inglaterra, foi um grande sucesso, pressionando os Hollies a voltarem a atuar com a formação do lançamento original do álbum. Rikfors, vendo-se no centro do furacão, viu seus dias na banda contados e saiu de fininho, abrindo o caminho para o retorno triunfal de seu predecessor.

Hollies com Mikael Rikfors ( o primeiro de cima)

Hollies com Mikael Rikfors ( o primeiro de cima)

Continua no próximo post

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