Mersey Beat Review: The Searchers, finale

Em 1966, com a saída de Chris Curtis, a banda recrutou o batera John Blunt como substituto. Gravaram mais dois singles que figuraram nas paradas, Take it or Leave it e Have You Ever Loved Somebody. Nos anos seguintes só ladeira abaixo em termos fonográficos, pois eles continuaram fazendo shows com êxito. Assinaram com a Liberty Records, mas isso não melhorou as vendagens de discos. Nos anos 70, assinaram com a Sire Records e gravaram os álbuns The Searchers (1979) e Hungry Hearts (1981). Em 1985, Mike Pender, membro fundador, deixou a banda, sendo substituído por Spencer James (ex-First Class).

Mesmo não tendo o mesmo reconhecimento midiático que seus compatriotas, os Rolling Stones, os Searchers continuaram arrasando nos palcos, sendo muito queridos pelas plateias britânicas e sendo uma das únicas bandas remanescentes da Cena de Liverpool, junto com Gerry & The Pacemakers. Atravessaram as décadas de 80 e 90 fazendo shows de revival. Em 1998, houve uma mudança no line up: saiu o batera Billy Adamson (na banda desde 1969) e entrou Eddie Roth, que ficou doze anos na banda.

O fundador Mike Pender fez parte, no fim dos anos 80, da superbanda The Corporation, também conhecida como The Traveling Wrinklies (uma brincadeira com a banda Traveling Wilburys, formada por George Harrison, Bob Dylan, Tom Petty, Roy Orbison e Jeff Lynne), formada pelos feras Brian Poole (Tremeloes), Clem Curtis (The Foundations), Tony Crane (The Merseybeats) e Reg Presley (The Troggs), um verdadeiro Quem é Quem do Rock Britânico dos anos 60. Depois formou Mike Pender’s Searchers, que existe até hoje.

Em 2002, saiu o último disco da banda, Back Door Sessions. No dia 18 de agosto de 2003,  faleceu o baixista, vocalista e membro fundador dos Searchers Tony Jackson. Quase dois anos depois, no dia 28 de fevereiro de 2005, também se foi o baterista Chris Curtis, que havia se afastado do mainstream depois de muitos projetos malsucedidos na música. No dia 11 de novembro de 2010, o ex-baixista Tony West, outro músico que fez parte do primódios foi outra trágica perda. 

Em pleno século XXI, o insistente e intrépido líder John McNally não deixou a peteca cair e os Searchers se tornaram uma das bandas mais queridas do circuito de revival da Inglaterra. Em 2010, o batera Eddie Roth saiu e foi substituído por Scott Ottaway (nascido em 1972), o membro caçula da banda. Hoje em dia, a banda chegou ao seu 55º aniversário, tendo em seu line up o fundador McNally, o guitarrista Spencer James, o baixista Frank Allen e o batera Scott. E ainda com muita lenha para queimar.

Fontes:

Wikipedia

http://www.the-searchers.co.uk/

The Searchers em 2012: meio século de Rock and Roll crédito: http://www.the-searchers.co.uk/2012%20promo%201.jpg

The Searchers em 2012: meio século de Rock and Roll
crédito: http://www.the-searchers.co.uk/2012%20promo%201.jpg

2 Comentários

Arquivado em Biografias, Deep Purple Family Tree, Música, Mersey Beat Review, Rock and Roll

2 Respostas para “Mersey Beat Review: The Searchers, finale

  1. Pingback: Mersey Beat Review: The Searchers, parte 4 | Musical Review

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s