World Rock Review: Shocking Blue

Inauguramos uma nova seção no nosso blog que fala sobre bandas e artistas de Rock que surgiram fora do eixo EUA-Grã Bretanha, mas que escreveram seu nome na história da música. Para começar, vamos falar de uma das mais badaladas bandas da segunda metade da década de 60 que foi formada na Holanda e teve um grande estouro com o hit Venus. Começa aqui a história do Shocking Blue.

Em 1967, quando a onda psicodélica tomou conta do mundo a partir do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band dos Beatles, em Haia, Holanda o guitarrista Robbie van Leeuwen (nascido no dia 29 de outubro de 1944 em Haia, Holanda), egresso do grupo The Motions resolveu formar uma nova banda, chamando para a empreitada o cantor Fred De Wilde, o baixista Klaasje van der Wal e o batera Cor van der Beek. O quarteto foi batizado Shocking Blue e começou a se apresentar em alguns lugares nos arredores de Haia. Chamaram a atenção da gravadora Polydor e gravaram seu primeiro álbum, auto intitulado, que tinha composições de autoria de Robbie como Love is in the AirLucy Brown is Back in Town (o hit do disco) e os covers That’s All Right Mama (Arthur Crudup), sucesso de Elvis Presley e Rockin’ Pneumonia And The Boogie Woogie Flu (Huey Piano Smith), um hit menor de Johnny Rivers.

Em 1968,  o empresário da banda foi a uma festa animada pela banda The Bumble Bees e ficou impressionado com a vocalista Mariska Veres (nascida no dia 1º de outubro de 1947 em Haia, Holanda). Isso veio bem a calhar pois o vocalista do SB, Fred De Wilde acabou deixando a banda para servir ao exército. Mariska aceitou o convite e se tornou a nova figura de frente.

No ano seguinte, acolhendo a influência do Jefferson Airplane, a partir da figura exótica de sua nova vocalista, a banda gravou seu segundo álbum At Home, que tinha o clássico da banda Love Buzz, que foi regravado pela banda Nirvana (a dos anos 60) e o cover Boll Weevil Song de Brook Benton. O álbum não teve muita visibilidade, mas um single lançado no mesmo ano, foi um verdadeiro estouro e se tornou um clássico absoluto do Rock and Roll: Venus. A banda alcançou o sucesso nacional e a música foi muito bem na Alemanha. Depois estourou na Inglaterra e o Shocking Blue virou sensação. Lançaram outro single bem sucedido, Mighty Joe/Wild Wind.

Em 1970, a banda lançou Scorpio’s Dance, mantendo o mesmo pique do annterior e se consolidando em primeiro lugar em seu páis de origem, com destaque para Scorpio’s Dance (First Movement) e o cover de Hank CochranSally Was a Good Old Girl. O sucesso mesmo foi o single Never Marry a Railroad Man, outro clássico da banda.

Em 1971, saiu o Third Album, com destaque para Shocking You e I Saw Your Face. Nessa época, o guitarrista Leo van de Ketterij chegou a integrar a banda mas saiu no ano seguinte. Apesar da boa visibilidade que a banda tinha, o líder van Leeuwen se queixava do descofnroto das viagens de trem para compromissos do SB e da falta de hits, com a banda se escorando em Venus, seu clássico de dois anos antes. O baixista Klaasje van der Wal foi o primeiro a pedir as contas e foi subsituído por Henk Smitskamp.

Conclui no próximo post

2 Comentários

Arquivado em Sem categoria

2 Respostas para “World Rock Review: Shocking Blue

  1. Aracelli

    Eu adoro essa banda! Leio tudo que encontro sobre eles, mas ainda não consegui saber qual foi a causa da morte do baterista…

  2. Pingback: DATAS: FALECIMENTOS 02/12 | PAPO FIRME BLOG

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s